terça-feira, 24 de junho de 2008

Cidadania

Projeto Bagagem une turismo e cidadania
Juntar turismo e cidadania em uma única viagem é a proposta do Projeto Bagagem. A entidade, que é uma associação sem fins lucrativos, fez as primeiras experiências em 2002. As duas idealizadoras, Mônica Barroso e Cecília Zanotti, tinham um sonho em comum: desenvolver uma iniciativa que unisse desenvolvimento social/comunitário, desenvolvimento econômico e conservação da natureza.
No momento, há dois roteiros disponíveis o da Amazônia Ribeirinha - feito desde a viagem-piloto - e do Ceará Mar e Sertão. Para os próximos anos, já existe negociação para disponibilizar os roteiros de Vale do Jequitinhonha (Minas Gerais), Chapada Diamantina (Bahia) e Gurupá (Pará).
O projeto é uma oportunidade de geração de renda para as comunidades visitadas. Sempre que possíveis serviços como hospedagem, alimentação, passeios e atividades são contratados diretamente com as pessoas da região. Além disso, segundo Cecília, "um terço do lucro de cada viagem é destinado a um Fundo de Desenvolvimento Comunitário", que tem como objetivo o financiamento de projetos locais. O artesanato também é uma das fontes de renda, vendido diretamente para os turistas.
Os bagageiros, como são chamados os viajantes, têm a oportunidade de conhecer melhor o Brasil, conviver de maneira direta com a população local. "Mais do que visitar atrações turísticas, a idéia é dar aos visitantes a oportunidade de experimentarem a vida nas comunidades como ela realmente é, em um processo de aprendizagem e intercâmbio cultural, onde participantes e membros das comunidades saem ganhando", diz Cecília.
Segundo ela, as viagens têm o objetivo de ampliar o conhecimento dos participantes sobre desenvolvimento comunitário, além de promover uma reflexão sobre como é possível mobilizar a própria comunidade dos participantes, independente da cidade de onde cada um vem.
Uma das prioridades do Projeto Bagagem é fazer os roteiros em parceria com as entidades locais, em comunidades com alto grau de organização comunitário e próximo a Unidades de Conservação e locais de importância ecológica.
Qualquer pessoa maior de 18 anos pode contratar esses roteiros. De acordo com Cecília, o perfil dos bagageiros varia bastante em termos de idade, atividade profissional e local de origem.
Por: Jucyara Magela.

quarta-feira, 28 de maio de 2008

Mercado de Trabalho

O mercado turistico está em expansão e recebe especial atenção do Governo Federal. Segundo o Ministério do Turismo, até 2010, a estimativa é que sejam criados cerca de 1, 7 milhões de empregos. Isto significa um incremento de U$ 7,7 bilhões na economia do país. Segundo a Organização Mundial do Turismo, o setor é responsável pela geração de 6 a 8% total de empregos no mundo. Deste modo, a qualificação profissional dos agentes deste segmento é fundamental.
Segundo dados do Plano Nacional de Turismo (2007-2010) , o Turismo como uma das atividades econômicas em crescimento no Brasil tem papel fundamental para a redução de disparidades regionais e sociais. O setor envolve milhares de negócios em todo país – taxistas, lojistas, meios de hospedagem, agências de turismo, restaurantes, entre outros.
O mercado turístico apresenta um crescimento considerável como atividade econômica pelas divisas e pelos empregos que é capaz de gerar, sendo reconhecido internacionalmente como um segmento promissor.
A carreira do Profissional em Turismo encontra-se em expansão, não somente em oportunidades para executivos nas organizações que atuam no ramo, mas principalmente no que se refere à área de consultoria e gestão, cujas principais ações são as de identificar oportunidades e ameaças, bem como recursos potenciais de atração nas diversas regiões e nos diversos segmentos da demanda turística.
O Curso de Turismo, conforme sua concepção, oferece aos acadêmicos oportunidades de exercer e aperfeiçoar seus conhecimentos na busca de métodos e técnicas para o melhor atendimento aos turistas em geral, bem como o desenvolvimento da atividade de turismo nas localidades, como empreendedores, gestores ou executivos, levando em consideração o importante aspecto da sustentabilidade e responsabilidade social.
Por: Jucyara Magela

Facilidades;

Como comprar pelo website?
O interessado acessa o site www.viajamais.com.br e escolhe o pacote de sua preferência. Insere os dados pessoais e define a modalidade de pagamento (pode ser o crédito consignado ou qualquer outra proposta oferecida pelo mercado). Daí direciona sua solicitação para uma agência de viagem. Vai aguardar um contato quanto à disponibilidade, para se dirigir até a agência, levando a documentação necessária e efetuando o pagamento. O material de viagem será entregue em data definida pela agência.
Como comprar numa agência de viagem?
É o mais usual. O interessado vai até uma agência e escolhe o pacote de sua preferência. O agente vai acessar uma área exclusiva pelo site www.vaibrasil.com.br e colocará os dados do cliente, a modalidade de pagamento escolhida, enviando pelo sistema a solicitação ao operador. Após a confirmação da reserva e o pagamento, o material de viagem será entregue em data a ser definida pela agência.
Fonte:MinTur
Por Jucyara Magela

Saiba Mais:

1. O que é o programa Viaja Mais?
É uma iniciativa para estimular e promover viagens a determinadas parcelas da sociedade com renda insuficiente para viajar ou àqueles que, por motivos diversos, têm suas possibilidades de lazer limitada.

2. O que é o Viaja Mais Melhor Idade?
É a parte operacional do programa Viaja Mais, que viabiliza o acesso da melhor idade ao turismo, de forma exclusiva e organizada.
3. O que muda na segunda fase do Viaja Mais Melhor Idade, em relação à primeira?
Foram incluídas novas cidades de origem, passando de 2 para 12, e de destino, que passam de 23 para 36. Além disso, foi ampliado de 13 para 25 o número de operadoras parceiras do programa.
4) O crédito consignado continua sendo oferecido nesta segunda fase? Quais são as regras para contratação dele?
Sim, continua. Temos cinco pontos em destaque: a) O comprometimento mensal com o crédito consignado não pode ultrapassar 20% do salário líquido do beneficiário, conforme estabelece uma instrução normativa do INSS;
b) Há um teto de contratação de até R$ 3 mil, por operação;
c) O financiamento pode ser feito em até 12 meses;
d) A carência para início do pagamento pode ser de, no mínimo 30 dias e no máximo 180 dias, não podendo ultrapassar o período máximo de 12 meses o período total da contratação;
e) Quem pode acessar é o aposentado ou pensionista, desde que com limite suficiente, e ele pode usar parte do seu crédito para levar um ou mais acompanhantes em sua viagem, desde que sejam pessoas acima de 16 anos.
5) O que está incluído num pacote turístico normal e quais os diferenciais do Viaja Mais Melhor Idade?
Um pacote turístico, em geral, inclui o transporte da cidade de origem ao destino; o traslado de chegada e saída (do aeroporto ao hotel e vice-versa); hospedagem com café da manhã; e, eventualmente, um ou mais passeios pela cidade. Para o Viaja Mais Melhor Idade, o Ministério do Turismo e o mercado definiram, juntos, um conjunto de diferenciais para incentivar o consumo do turismo pela Melhor Idade.
Serão disponibilizados pacotes turísticos, com transporte aéreo ou rodoviário, adaptados para a Melhor Idade, ou seja, incluindo serviços e passeios diferenciados, cartão de assistência de viagem, pelo menos duas refeições diárias e utilização de equipamentos com infra-estrutura adequada ao público. Também estimulamos, por meio do programa e de forma indireta que os destinos e equipamentos (hotéis) programem atividades especiais, como agendas culturais, atividades de lazer, entre outras.
Por Jucyara Magela

Programa "Viaja Mais Melhor Idade" traz novidades

Conheça um pouco mais sobre o programa, além dos pacotes, os aposentados terão descontos de 50% nos hotéis credenciados.

Por Jucyara Magela

Aposentados acima de 60 anos vão ter desconto de 50% nos hotéis credenciados ao programa Viaja Mais Melhor Idade do Ministério do Turismo. Para atender a demanda, o Ministério ampliou para 35 o número de destinos turísticos, com saída de 12 cidades brasileiras: Brasília (DF), Belo Horizonte (MG), Curitiba (PR), Florianópolis (SC), Goiânia (GO), Manaus (AM), Porto Alegre (RS), Recife (PE), Rio de Janeiro (RJ), São Paulo (SP), Salvador (BA) e Vitória (ES).
De acordo com a técnica em Turismo do Ministério, Carolina Neves, o desconto é exclusivo para aposentados. "O diferencial em relação às demais agências e operadoras é o desconto de 50% para os hotéis credenciados", ressaltou Carolina.
"A previsão de vendas para a segunda fase é de 50 mil pacotes considerando o aumento das cidades de origens e dos destinos turísticos", afirmou a técnica. Segundo ela aumentaram também o número de agências credenciadas para melhor atender os aposentados. "Vale mencionar que as agências e operadoras devem fazer o treinamento pelo portal (www.queremosviajar.com.br)."
O programa "Viaja Mais Melhor idade" foi lançado em setembro de 2007 pelo Ministério do Turismo, com o objetivo de promover a inclusão social das pessoas acima de 60 anos, aposentados e pensionistas. Na primeira fase foram comercializados nove mil pacotes turísticos, com origens de São Paulo e Brasília para os 23 destinos diferentes.
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quarta-feira, 14 de maio de 2008

Curso de Turismo da Facitec formará a primeira turma em 2008

Coordenador do curso de Turismo fala sobre o mercado de trabalho para os formandos e do novo laboratório.
As primeiras turmas de Turismo da Faculdade de Ciências Sociais e Tecnológicas (Facitec) vão concluir o curso em junho de 2008. Criado em 2005 o curso oferece a oportunidade ao aluno de atuar de forma inovadora na área do Turismo. Desde o início do curso os alunos têm contato com realidade empresarial. "O nosso projeto está dentro da maior novidade que possa ter no mercado" afirma o coordenador do curso de Turismo, Álvaro Milton Quaglia. Segundo Quaglia, o curso oferecido pela Facitec prepara o aluno para o mercado de trabalho. "Os nossos laboratórios mostram exatamente como é a realidade do mercado. Nós temos um laboratório já montado, que é o de hospitalidade, e a agência de viagem. Ainda nesse semestre montaremos outro laboratório, o de alimentos de bebidas." No decorrer do curso, os alunos freqüentam pontos turísticos de Brasília. "
É importantíssimo que os alunos comecem a trabalhar, porque o primeiro emprego deles talvez seja aqui. Na capital do país, fazem um City tour com dupla finalidade: vão, como turistas, conhecer os monumentos e logo em seguida eles ver aquele monumento ou aquele ponto turístico como sendo um profissional da área." diz o coordenador.
O mercado de trabalho para os estudantes, segundo Quaglia, está em uma fase de mudanças. "O Produto Interno Bruto (PIB) mundial em Turismo é em torno de 11 % e os nossos alunos tem que consciência de que não se formarão para trabalhar em pequenas regiões. Eles têm o mundo inteiro para explorar. É muito bom trabalhar aqui, é espetacular, mas tem o resto do mundo também", ressaltou Qualia.
O coordenador afirma que uma das maiores dificuldades encontradas pelos estudantes recém-formados é a falta de empreendedorismo. Como a profissão de Turismólogo não é regulamentada por lei, muitos empresários não dão valor para aqueles que freqüentaram uma faculdade. "Qualquer pessoa pode montar uma agência sem ser um profissional. Normalmente ele vai falir, e atrapalhar o mercado. Terão clientes insatisfeitos e mal servidos. É isso que está dificultando o nosso serviço", concluiu o coordenador.
Por: Jucyara Magela

Consórcio integrará turismo de três estados do Nordeste


A ministra do Turismo, Marta Suplicy, assinou no último dia (13) em Camocim (CE) o contrato de criação do primeiro consórcio para promover o turismo nos estados do Ceará, Maranhão e Piauí. Com apoio do ministério e do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) o consórcio se destina ao desenvolvimento na chamada Rota das Emoções, que inclui o Delta do Parnaíba, Jericoacara e Lençóis Maranhenses.
O contrato definiu as regras de funcionamento do consórcio, a ser gerenciado pela Agência de Desenvolvimento Regional Sustentável (ADRS), com sede em Parnaíba e custeada pelos três estados. Por meio da ADRS serão desenvolvidos projetos de promoção, divulgação, qualificação profissional e melhoria da infra-estrutura da região.
A ministra destacou que o consórcio "colocou os três estados planejando juntos os aeroportos locais, as estradas, a infra-estrutura, a hotelaria, e isso vai deslanchar a região, que é uma das lindas do Brasil e precisa chegar a um padrão internacional e atrair turistas do mundo todo".
Em 2007, o Ministério do Turismo investiu R$ 231,3 milhões nos três estados. A ministra anunciou que "provavelmente nos próximos dias será assinado empréstimo com o Banco Interamericano de Desenvolvimento, de US$ 1 milhão, que vamos investir em infra-estrutura". E argumentou: "Temos que elevar nosso padrão, principalmente agora que teremos a Copa do Mundo de futebol em 2014", concluiu a ministra.

Por: Jucyara Magela