Coordenador do curso de Turismo fala sobre o mercado de trabalho para os formandos e do novo laboratório.
As primeiras turmas de Turismo da Faculdade de Ciências Sociais e Tecnológicas (Facitec) vão concluir o curso em junho de 2008. Criado em 2005 o curso oferece a oportunidade ao aluno de atuar de forma inovadora na área do Turismo. Desde o início do curso os alunos têm contato com realidade empresarial. "O nosso projeto está dentro da maior novidade que possa ter no mercado" afirma o coordenador do curso de Turismo, Álvaro Milton Quaglia. Segundo Quaglia, o curso oferecido pela Facitec prepara o aluno para o mercado de trabalho. "Os nossos laboratórios mostram exatamente como é a realidade do mercado. Nós temos um laboratório já montado, que é o de hospitalidade, e a agência de viagem. Ainda nesse semestre montaremos outro laboratório, o de alimentos de bebidas." No decorrer do curso, os alunos freqüentam pontos turísticos de Brasília. "
É importantíssimo que os alunos comecem a trabalhar, porque o primeiro emprego deles talvez seja aqui. Na capital do país, fazem um City tour com dupla finalidade: vão, como turistas, conhecer os monumentos e logo em seguida eles ver aquele monumento ou aquele ponto turístico como sendo um profissional da área." diz o coordenador.
O mercado de trabalho para os estudantes, segundo Quaglia, está em uma fase de mudanças. "O Produto Interno Bruto (PIB) mundial em Turismo é em torno de 11 % e os nossos alunos tem que consciência de que não se formarão para trabalhar em pequenas regiões. Eles têm o mundo inteiro para explorar. É muito bom trabalhar aqui, é espetacular, mas tem o resto do mundo também", ressaltou Qualia.
O coordenador afirma que uma das maiores dificuldades encontradas pelos estudantes recém-formados é a falta de empreendedorismo. Como a profissão de Turismólogo não é regulamentada por lei, muitos empresários não dão valor para aqueles que freqüentaram uma faculdade. "Qualquer pessoa pode montar uma agência sem ser um profissional. Normalmente ele vai falir, e atrapalhar o mercado. Terão clientes insatisfeitos e mal servidos. É isso que está dificultando o nosso serviço", concluiu o coordenador.
As primeiras turmas de Turismo da Faculdade de Ciências Sociais e Tecnológicas (Facitec) vão concluir o curso em junho de 2008. Criado em 2005 o curso oferece a oportunidade ao aluno de atuar de forma inovadora na área do Turismo. Desde o início do curso os alunos têm contato com realidade empresarial. "O nosso projeto está dentro da maior novidade que possa ter no mercado" afirma o coordenador do curso de Turismo, Álvaro Milton Quaglia. Segundo Quaglia, o curso oferecido pela Facitec prepara o aluno para o mercado de trabalho. "Os nossos laboratórios mostram exatamente como é a realidade do mercado. Nós temos um laboratório já montado, que é o de hospitalidade, e a agência de viagem. Ainda nesse semestre montaremos outro laboratório, o de alimentos de bebidas." No decorrer do curso, os alunos freqüentam pontos turísticos de Brasília. "
É importantíssimo que os alunos comecem a trabalhar, porque o primeiro emprego deles talvez seja aqui. Na capital do país, fazem um City tour com dupla finalidade: vão, como turistas, conhecer os monumentos e logo em seguida eles ver aquele monumento ou aquele ponto turístico como sendo um profissional da área." diz o coordenador.
O mercado de trabalho para os estudantes, segundo Quaglia, está em uma fase de mudanças. "O Produto Interno Bruto (PIB) mundial em Turismo é em torno de 11 % e os nossos alunos tem que consciência de que não se formarão para trabalhar em pequenas regiões. Eles têm o mundo inteiro para explorar. É muito bom trabalhar aqui, é espetacular, mas tem o resto do mundo também", ressaltou Qualia.
O coordenador afirma que uma das maiores dificuldades encontradas pelos estudantes recém-formados é a falta de empreendedorismo. Como a profissão de Turismólogo não é regulamentada por lei, muitos empresários não dão valor para aqueles que freqüentaram uma faculdade. "Qualquer pessoa pode montar uma agência sem ser um profissional. Normalmente ele vai falir, e atrapalhar o mercado. Terão clientes insatisfeitos e mal servidos. É isso que está dificultando o nosso serviço", concluiu o coordenador.
Por: Jucyara Magela
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